sábado, 11 de maio de 2013

E porque escrevo é que vivo me expressando. E porque me expresso demais acabo me sentindo só. Como se não bastasse escrever vem as lágrimas e as tristezas.e as confusões. e as notas sem explicação. é tanta bagunça na minha cabeça que nem consigo mais disfarçar. a minha indiferença. a minha estupides. porque sou humana. sou puramente frágil. eu só queria saber se vai ser ponto final ou vírgula. se vai ser objeto direto ou indireto. mas nem isso me dou o privilégio de ter. Tantos risos nessa noite, quantos rostos alegres estão. Pobre é o meu de tanta solidão que se encontra. Espero que a noite seja longa e que absorva todas as interrogações que brotam do meu coração.

Nenhum comentário:

Postar um comentário