quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Eu já comecei a escrever de tantas formas sobre tudo isso que nem sei quais palavras usar. Meus olhos marejados dizem mais rápido do que minhas mãos conseguem digitar. E nisso tudo, eu sempre me emociono. Usei dessa emoção para me abandonar em toda essa história que vem se construindo há mais tempo do que conseguimos contar. Não tem números ou regras. Tudo novo e diferentemente leve. Eu nem sei quando fui parar pra perceber o quanto os meus pensamentos começaram a se importar contigo. Deixei tudo me invadir e me consumir, como faço ao ouvir todas as músicas que dizem um pouco sobre nós... Tudo na calma, deixando-se conhecer pouco a pouco, percebendo pequenos detalhes dentro de nós - parecido com flores se destacando em um jardim, preciosidades, raridades que, olha só: estavam ali na nossa cara e não percebemos. Tinha que ser assim. Calmaria. Alegria. Descobertas. Apoio. Paz. Luz. Sentimentos brotaram em simples trocas de olhares. Tempo sempre foi um mero detalhe. Horas, minutos, segundos.. todos têm seu valor no nosso mundo. Depois vieram os abraços, cortando a distância entre os corações... uma furiosa vontade de partilhar sentimentos bons. Feito balão leve, livre, que se deixa guiar pelo vento, o tempo foi passando calmamente e mostrando semelhanças, diferenças, aproximando nossas histórias, unindo sorrisos, manias, pensamentos - unindo tantas coisas que abandonamos o óbvio, o tradicional, o "normal" - abandonamos nossas próprias convicções, medos e receios para viver algo que só nós sonhamos um dia. Esse sonho, que outrora parecia impossível, vêm se tornando algo grande , regado a um pouco do que somos e do que nos tornamos depois que nos encontramos. 

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